terça-feira, 4 de junho de 2013

Histórias do São João: Precursora do forró, Marinês era a Rainha do Xaxado

image Inês Caetano de Oliveira, Marinês, nasceu em Pernambuco
Foi o próprio Rei do Baião quem conferiu o título de “Rainha do Xaxado” àquela que também passou a ser chamada de “Luiz Gonzaga de saias”.
Quando a cantora morreu, aos 71 anos, em 2007, o cantor e então ministro Gilberto Gil divulgou uma nota  na qual a homenageava referindo-se a ela como a “Nossa Maria Bonita da música nordestina". 

Inês Caetano de Oliveira nasceu, em 1935, no sertão pernambucano, mas a Paraíba, para onde se mudou com a família ainda criança, foi o lugar no qual realmente criou suas raízes. 

A música já estava, de certo modo, presente na história familiar: seu pai era seresteiro, e a mãe foi cantora de igreja. Em Campina Grande, Marinês conheceu a música de Luiz Gonzaga, que era escutada nos alto-falantes da cidade.

Um sabonete foi o primeiro prêmio que ela ganhou, ao vencer uma espécie de concurso de calouros ao ar livre, no bairro onde morava. 

Quando tinha 10 anos de idade, ela começou a participar de programas de calouros. Em um deles, promovido por uma rádio local, ao se inscrever, resolveu incluir Maria antes do seu primeiro nome, para que seus pais não a identificassem. 

No momento em que o locutor anunciou sua participação no programa, acabou chamando-a de Marinês. E assim surgiu o nome artístico que ela adotou, desde esse dia e por toda sua carreira.

Com 14 anos, ela se casou com Abdias, que era sanfoneiro e produtor. No ano de 1949, Marinês formou uma dupla com o marido denominada de “Casal da Alegria”. Um tempo depois, o zabumbeiro Cacau juntou-se ao casal, formando, no começo dos anos 50, um trio, que se tornou conhecido como a "Patrulha de Choque do Rei do Baião". 

Os patrulheiros atuavam da seguinte maneira: Marinês, Abdias e Cacau faziam apresentações nas quais interpretavam músicas do repertório de Luiz Gonzaga, nas cidades do interior do Nordeste onde ele iria tocar, anunciando a sua chegada.

Em Propriá, no estado de Sergipe, Pedro Chaves, o prefeito do município, promoveu o primeiro encontro com o Rei do Baião. E naquele mesmo dia em que foram apresentados, à noite, fizeram um show com Luiz Gonzaga.

Marinês foi a primeira mulher a formar um grupo de forró e gravou mais de 40 discos. “Peba na pimenta”, um de seus grandes sucessos, tinha um letra literalmente apimentada e, assim como outras de suas gravações, chegou a ser considerada, principalmente nos meios católicos, como um insulto à moral da época.

Barrocas: Maquina quebrada por falta de manutenção

Há poucos dias a prefeitura de Barrocas recebeu do Governo do Estado uma maquina nova através de um programa criado para auxiliar cidades que sofrem por causa da estiagem prolongada, pois ao contrário do que se pensa, as chuvas que caem não são suficientes para que reservatórios como cisternas, tanques e açudes possam ter água suficiente. A maquina veio e foi notório a sua apresentação por toda cidade com queima de fogos e desfile pelas ruas do município. Enquanto era feito festa para receber a nova, uma se encontra existe mais de seis meses parada e quebrada por falta de manutenção demonstrando que a festa de chegada de uma significa desprezo de outra que deveria juntamente com a nova ser somar para realizar muito mais serviços à comunidade como um todo. 

Crime em Barrocas: Alan Sanches entrega ofício ao delegado geral adjunto da Policia Civil

Certo que a população de Barrocas e os familiares do suplente de vereador Reginaldo Oliveira, assassinado na última semana, merecem respostas, o deputado estadual Alan Sanches (PSD), cumprindo com o que prometeu, entregou ofício assinado por ele e pelo prefeito Almir de Maciel ao delegado geral adjunto da Policia Civil, Bernardino Brito Filho, solicitando da Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA) rigor na apuração do crime que chocou os barroquenses. O objetivo, conforme o deputado, é que se restabeleça a paz e segurança no município. O delegado prometeu total empenho para que respostas sejam dadas o quanto antes.

“O delegado Bernadino adiantou que todas as medidas estão sendo tomadas para que a motivação do homicídio e os autores sejam descobertos. Afinal, não se pode deixar que se instale um clima de insegurança em Barrocas, cuja tranquilidade sempre foi destaque”, reforçou, complementando que o ex-prefeito José Edilson só não foi morto também porque conseguiu fugir.

Na noite da última segunda-feira, dois homens invadiram a casa do ex-prefeito e mataram a tiros Reginaldo Oliveira, enquanto ele conversava com o ex-gestor. Outros dois disparos atingiram um refrigerador e a parede da cozinha. O ex-prefeito só conseguiu escapar porque arremessou uma cadeira sobre um dos autores do atentado, ocasião em que a dupla fugiu pela estrada de acesso à localidade de Boa União, conforme atesta a polícia. Na fuga, os homens teriam utilizaram uma moto Honda Bros preta.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Cursos

Em araci ligue - 75 9121 3493 - Inscrições com Luiz Santana

Musica 2013 na Oficina de Artes de Araci


Bebê nasce com dois dentes e já vai ao dentista

Bebê nasce com dois dentes e já vai ao dentista
            Um bebê nasceu no País de Gales com dois lindos dentinhos na frente e virou atração na cidade de Newport. Imogen Elliot é filha de outros dos jovens Stacey Lewis, de 24 anos, e Scott Elliott, de 27. O bebê está com apenas duas semanas de vida. Scott já planeja levar a filha ao dentista em breve. O caso da menina é raro, já que apenas um, em cada 2 mil bebês, nasce com dente.

Baiano radicado no Rio, Mestre Camisa levou a capoeira a mais de 60 países

Aulão. Mestre Camisa toca berimbau durante treino no seu sítio 
para moradores das redondezas
Foto: Terceiro / divulgação/raquel silva

Aulão. Mestre Camisa toca berimbau durante treino no seu sítio para moradores das redondezas Terceiro / divulgação/raquel silva
RIO - “Não tem erro. É só dirigir até Itaboraí e pegar a estrada para Cachoeiras de Macacu. Me liga quando estiver chegando que eu espero vocês na segunda queijaria”, diz o Mestre Camisa, pelo telefone, informando as coordenadas do sítio onde ele mora e organiza encontros nacionais e internacionais e aulas de capoeira. O sotaque é a mistura equilibrada de um baiano radicado no Rio que, há 16 anos, foi morar no interior do estado. Encontramos o capoeirista na RJ-116 e seguimos sua picape numa estradinha de barro espremida entre uma encosta e um charco. Logo depois de um enorme pé de açaí, fica a entrada do sítio, um lugar idílico, onde pavões, araras, gansos e papagaios ficam soltos o tempo todo. Voam embora, mas voltam. Há uma capelinha de São Jorge no pé de um pequeno morro e, espalhados num imenso gramado, amplos quiosques construídos para o treino da arte que, como define Camisa, “engravidou na África e nasceu no Brasil”.
— Este lugar é um quilombo moderno, de resistência contra o estresse da cidade grande — explica José Tadeu Carneiro Cardoso, de 58 anos, que batizou o local de Centro Educacional Mestre Bimba, em homenagem ao criador da chamada capoeira regional e seu mentor na adolescência em Salvador. — Luto para preservar a memória dele. A capoeira é patrimônio imaterial do Brasil. A melhor forma de manter sua história é cuidar do legado dos mestres.
Camisa deixa seu pequeno paraíso e vem ao Rio pelo menos duas vezes por semana, para acompanhar aulas e participar de reuniões. Está sempre confabulando algo. No momento, organiza o recém-criado Instituto Mestre Camisa e trabalha na produção do festival que, em agosto, vai comemorar os 25 anos da Associação Brasileira de Apoio e Desenvolvimento da Arte-Capoeira (Abadá-Capoeira), criada por ele. Mais de cinco mil “seguidores” estarão na Fundição Progresso, na Lapa, para três dias de shows e atividades envolvendo as artes da capoeira (dança, luta, música, artesanato etc).
Vai ser uma celebração da própria vida de Camisa. Ele tinha 16 anos quando veio parar no Rio ao final de uma turnê que costurou o país com apresentações de capoeira e música baiana. Antes de criar seu próprio método de ensino e filosofia, o nordestino integrou o Grupo Senzala durante anos. O primeiro aluno foi um gaúcho que tinha visto o show do “Furacões da Bahia”. Na época, Camisa ainda morava num quartinho da academia em Laranjeiras onde dava aulas. Hoje, ele bate no peito ao dizer que ensinou capoeira a milhares de pessoas no mundo.
O capoeirista já esteve em mais de 60 países para ministrar palestras e cursos. Este ano, foi inaugurado o Complexo Residencial Mestre Camisa, conjunto habitacional na cidade de Romilly-sur-Seine, na França. Por causa do seu trabalho de pesquisa e divulgação da cultura brasileira, recebeu até título de doutor honoris causa da Universidade Federal de Uberlândia. Além disso, a Abadá-Capoeira está envolvida em mais de 150 projetos sociais. São cerca de 15 mil pessoas beneficiadas com aulas gratuitas. Há ainda campanhas sociais, com nomes como “Capoeirista sangue bom”, de doação de sangue para o Hemorio, e “Meu berimbau pede paz”, contra a violência. Mestre Camisa virou uma espécie de diplomata da cultura nacional.
— Pessoas de vários países aprendem a jogar e querem saber como surgiu nossa arte. A história da capoeira é mais importante que o jogo. O que é mais bonito que o homem lutar pela liberdade? — argumenta Camisa, referindo-se ao nascimento da luta, criada por escravos para se defender dos feitores dos engenhos. — Como eu só falo português nas aulas, os gringos aprendem até o idioma. Não tem tradução para palavras como ginga e manha.
Sob a perspectiva da divulgação da capoeira, o sociólogo e professor Muniz Sodré atribui ao baiano lutador a sucessão do Mestre Bimba, de quem também foi pupilo.
— Camisa tem uma cabeça universitária sem nunca ter passado por faculdade. Sabe misturar a prática do jogo com o sentido de preservar a cultura. Além disso, é um “poliartista”, que luta, canta, compõe e toca bem o berimbau — elogia Sodré. — A capoeira faz mais pela cultura brasileira no exterior do que adidos culturais em embaixadas.
Em suas viagens, sempre como convidado para eventos, Camisa viveu de tudo. Terremotos no Japão a bombardeios em Israel. Durante um voo doméstico em Angola, ficou sabendo que o aeroporto da cidade de Benguela, para onde estava indo, havia sido atacado (o país africano estava em guerra civil). Hoje, a frequência das viagens diminuiu bastante. O mestre prefere ficar perto da mulher e dos três filhos, com idades de 33, 23 e 13 anos, todos de casamentos diferentes.
— Eles moram no Rio, mas passam o fim de semana comigo. Chega de viajar tanto. Sem gastar um centavo do meu bolso, percorri o mundo. Agora, deixo as pessoas virem ao meu quilombo respirar ar puro.
O retorno ao campo
A ida de Camisa para o interior foi a volta ao campo do menino de Jacobina, no extremo norte da Chapada Diamantina. Ele passou a infância “brincando de capoeira na rua”. O irmão mais velho, Camisa Roxa, foi quem mostrou que o assunto era coisa séria. Depois da morte do pai, quando o garoto tinha 9 anos, a família foi toda morar em Salvador. Camisa se formou com Mestre Bimba e, aos 16, partiu na turnê nacional organizada pelo irmão. O Rio era a última parada. Eles se apresentaram em locais como o Canecão e o Teatro Opinião e, ao final, parte da trupe partiu num navio rumo à Europa. O adolescente ficou para trás.
— Chorei quando vi o navio zarpar, no cais do porto. Mas rasguei ali mesmo a passagem de volta para Salvador. Cheguei a dormir na rodoviária, fingindo que estava esperando ônibus. Mas consegui me fixar.
Décadas se passaram até Camisa decidir que o campo é seu lugar. O intuito da mudança foi levar o trabalho social ao interior. No sítio, ele dá aulas a crianças e forma professores. Também promove encontros com centenas de pessoas, que além de treinar capoeira, fazem trilhas e cavalgadas. Tudo faz parte do conceito da capoeira ecológica. O mestre promove rodas no meio do mato e planta árvore para fazer berimbau. Criou até um “berimbau vivo”, amarrando a corda no tronco de uma árvore.
— O Camisa sempre descobre o caminho para fazer. No festival, em agosto, ele quer lançar o título de “notório fazer” — diz Perfeito Fortuna, presidente da Fundição Progresso e amigo do mestre desde que ele se apresentou no Circo Voador, em 1982, quando a lona estreou no Arpoador. — Não existe a expressão notório saber? Às vezes, quem sabe fazer não faz. Mas quem faz sempre sabe. E o Camisa faz.

USO DO VINAGRE COMO MÉTODO PERMITIU REDUÇÃO DE 31% NA TAXA DE MORTALIDADE

Dados da Organização Mundial de Saúde apontam que, no Brasil, cerca de 69 milhões de mulheres com 15 anos ou mais estão em risco para o câncer de colo de útero (Thinkstock)
Dados da Organização Mundial de Saúde apontam que, no Brasil, 
cerca de 69 milhões de mulheres com 15 anos ou mais estão em risco para o
 câncer de colo de útero
A detecção do câncer de colo de útero com vinagre é uma técnica simples e barata que pode salvar milhares de mulheres que vivem nos países mais pobres, segundo estudo clínico realizado na Índia apresentado, neste domingo, nos Estados Unidos, durante a a conferência anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica. O método consiste no uso de vinagre, de gaze e de uma lâmpada de halogêneo e exige uma formação básica para enfermeiros ou profissionais da área de saúde.

No exame, o profissional de saúde esfrega o colo do útero da mulher com vinagre, o que faz com que os tumores pré-cancerígenos fiquem brancos. Os resultados são apresentados um minuto depois, quando a luz da lâmpada é utilizada para inspecionar visualmente o colo do útero. Além da grande redução de custos, os resultados instantâneos são uma grande vantagem para as mulheres em áreas rurais que precisam viajar durante horas para receber atendimento médico.

Este estudo foi conduzido durante 15 anos com 150.000 mulheres indianas de 35 a 64 anos, examinadas a cada dois anos. Segundo os responsáveis pela pesquisa, os testes indicaram uma redução de 31% na taxa de mortalidade provocada pelo câncer de colo de útero.

Tradição e alegria na Festa de Pedra Alta


Em comemoração a padroeira Nossa Senhora de Nazaré, foi realizado no povoado de Pedra Alta durante treze dias, missas e quermesses que antecederam o grande dia festivo que é o 31 de maio, comemorado por todos os moradores da localidade e pessoas que vem especialmente para o evento.

Esse ano a Prefeitura de Araci preparou um estrutura que atraio pessoas de outras cidades, as atrações claro foi escolhida pela comunidade, onde solicitaram às bandas que fizeram a festa para o público presente. Durante o evento foi exibido em um telão a praça um documentário realizado pela assessoria de comunicação da prefeitura onde contou de forma resumida um pouco da historia da localidade.

O prefeito Silva Neto, que falou a público no intervalo da banda Amor de Cinema, relatou que se sentia muito feliz em esta vendo a praça lotada e todos muito bem animado curtindo a festa de forma bem descontraída e alegre, disse que a reforma do mercado municipal e da delegacia estará sendo concluída e será entregue na segunda-feira(3), a estrada que liga até a sede do município que foi melhorada para o evento.

Além das centenas de pessoas que lotaram a praça, diversas autoridades estiveram presentes prestigiando a festa,Vários Secretários do Governo, os vereadores, Gilvan (guri), José Augusto, Guinha de Pascoal, Bete, Marquinhos, A vice Prefeita Keinha, o Ex- Prefeito Zedafó, o Secretario de Ciências e Tecnologia e Deputado Estadual Paulo Câmara, Jose Nunes e Mário Negromonte Júnior,

Seleção Brasileira: futebol de incógnitas

  • Aos 21 anos, o atacante ainda não mostrou na Seleção todo o seu poder individual.
A menos de duas semanas da Copa das Confederações e a um ano da Copa do mundo, o País-sede de ambas as competições - que se orgulha de ser  o único pentacampeão mundial - ainda não tem uma seleção confiável para essas disputas.
O empate por 2 a 2 com a Inglaterra, neste domingo, 2, no amistoso que marcou a reabertura do Maracanã, ratifica o que dizem as estatísticas desde o início deste ciclo.
Após a sua eliminação na Copa  da África do Sul-2010, frente a Holanda nas quartas de  final, o Brasil realizou 39 jogos - 22 vitórias, sete derrotas e dez empates.
As  vitórias foram obtidas, em sua maioria, diante de adversários inexpressivos, como Irã, Gabão, Egito, China e Iraque.
Quando se deparou com seleções mais tradicionais, o Brasil empatou - Holanda, Itália e até Chile e Paraguai  - ou perdeu - Argentina, França, Alemanha...
Há várias explicações para a fase adversa, como os equívocos e escândalos da CBF que impactaram no planejamento para 2014.
A inexperiência é outro obstáculo. Dos 23 chamados para a Copa das Confederações, nove não têm nem dez jogos pela Seleção, e só quatro têm uma Copa no currículo - Júlio César, Daniel Alves, Thiago Silva e Fred. Entretanto, é a baixa qualidade do futebol nacional que parece ser o argumento mais razoável. Os nossos últimos craques  já passaram dos 30 anos - como Kaká (31) e Ronaldinho Gaúcho (33) - e estão fora dos planos de Scolari no momento. Da nova geração, sobram apostas, como Oscar, Lucas e Leandro Damião. Não por acaso, virou chavão depositar as esperanças em Neymar, tido como o principal jogador brasileiro da atualidade. Aos 21 anos, o atacante - que acaba de ser vendido pelo Santos ao Barcelona por R$ 140 milhões -  ainda não mostrou na Seleção todo o seu poder individual.
O cenário até 2014, portanto, é uma incógnita. Scolari dará um padrão de jogo ao time? Neymar & cia. estarão prontos? O  apoio da torcida será um diferencial?
Entre tantas  questões, a certeza de que o futebol brasileiro não é mais o mesmo...