terça-feira, 7 de maio de 2013
Índios Payayá ocupam Secretaria de Educação da Bahia
Cerca de 150 índios Payayá da aldeia da Chapada Diamantina
ocuparam nesta segunda-feira, 6, o prédio da Secretaria de Educação do
Estado, no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador. O grupo
tenta audiência com o governador Jaques Wagner para tratar de
reivindicações antigas do povo indígena. “A gente veio para Salvador
para ter contato com as autoridades e cobrar promessas que foram feitas
ao povo indígena e ainda não foram cumpridas. Temos reivindicações em 14
secretarias. Queremos que o governador nos atenda e que cada secretário
coloque na mesa o que será atendido imediato e o que não será. Só vamos
sair daqui com essa resposta”, disse o cacique Juvenal Payayá. De
acordo com ele, entre os pedidos estão construção de estradas e de
escolas nas aldeias, concurso público para professores indígenas e
conclusão de obras que não foram finalizadas. “É um leque de
reivindicações de coisas que estão dificultando a vida e sobrevivência
dos povos indígenas”. Leia mais no A Tarde.
Conta de água da Embasa vai subir em quase 10%
A conta de água da Embasa vai ficar em
média 9,8% mais cara em até 30 dias, segundo o Jornal A TARDE. O aumento
vai ser autorizado no Diário Oficial dessa terça-feira (7). A
reportagem informa que a Embasa pretendia fazer um reajuste ainda maior,
de 14%, mas não foi autorizado pelo Estado. A empresa chegou a propor
12, 98% mas o governo só autorizou os 9,8%. O percentual ficou acima do
Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que foi de 7,22% nos
últimos doze meses. *Metro1
Com a estiagem, ruínas da ‘velha Canudos’ volta a aparecer após 17 anos
Seca fez o Açude do Cocorobó, construído em 1968, baixar o seu nível em nada menos que 11 metros.
“Que desgraça de tanto tiro… Simbora daqui, pelo amor de Deus!”
A última vez que algo
parecido aconteceu tem pelo menos 17 anos, na seca entre 1996 e 1999.
Com a nova seca, emergiram da primeira Canudos a base do cruzeiro
defronte às duas igrejas do arraial, parte do cemitério onde estariam os
restos mortais de alguns dos combatentes e a base de um canhão, uma
matadeira de fabricação alemã. Da segunda Canudos, reconstruída no mesmo
local, aparece hoje boa parte das ruínas de uma terceira igreja,
edificada após a morte de Conselheiro, e uma ponte que dava acesso à
cidade.
São as balas das espingardas bate-bucha zunindo nos ouvidos da volante.
Na terceira investida do Exército sobre o Arraial de Canudos, o coronel
Moreira César é atingido mortalmente.
Apesar de armados com fuzis, os 1,2 mil soldados do governo sucumbem à
fé e à fúria da jagunçada e, ante a perda do seu comandante, resolvem
debandar como diabos fugindo da cruz. É nesse momento que o Coronel
Tamarindo, que assume a tropa, profere a frase famosa.
“É tempo de murici… Cada um cuida de si…”
Mais de cem anos depois, detalhes daquela fuga, um dos capítulos mais
marcantes da Guerra de Canudos – entre novembro 1896 e outubro de 1897 –
são relatados com entusiasmo pelo poeta e guia turístico José Américo
Amorim, 47 anos. Desta vez, o poeta está especialmente empolgado. Não é
todo dia que se tem a oportunidade de contar essa história estando com
os dois pés sobre o território da Canudos Velha, a pouco mais de 400
quilômetros de Salvador. Estamos no local exato onde, após uma quarta
investida, o povoado construído por Antônio Conselheiro foi dizimado.
O poeta e todos que nas últimas semanas transformaram aquelas ruínas em
local turístico devem essa experiência rara à seca. Foi ela que fez o
Açude do Cocorobó, construído em 1968, baixar o seu nível em nada menos
que 11 metros. Dos 245 milhões de metros cúbicos d’água (245 bilhões de
litros), restam apenas 20%. A perda fez aparecer ruínas de duas Canudos:
a Canudos conselheirista, que viveu as batalhas, e a Canudos
pós-conselheirista, ambas inundadas pelo açude.
A última vez que algo
parecido aconteceu tem pelo menos 17 anos, na seca entre 1996 e 1999.
Com a nova seca, emergiram da primeira Canudos a base do cruzeiro
defronte às duas igrejas do arraial, parte do cemitério onde estariam os
restos mortais de alguns dos combatentes e a base de um canhão, uma
matadeira de fabricação alemã. Da segunda Canudos, reconstruída no mesmo
local, aparece hoje boa parte das ruínas de uma terceira igreja,
edificada após a morte de Conselheiro, e uma ponte que dava acesso à
cidade.
“Apesar dos vestígios mais evidentes serem da Canudos
pós-conselheirista, a segunda Canudos foi construída na mesma área.
Estamos pisando no centro da guerra”, diz José Américo. Do lugar, na
margem esquerda do rio Vazabarris, é possível enxergar o Alto da Favela,
na margem oposta. Ali ficava a campanha mais próxima que o Exército
conseguiu estabelecer antes da matança final, a 300 metros do Belo
Monte, também se chamava o arraial.
Normalmente, os atuais visitantes avistam a área inundada em que ocorreu
a guerra a partir daquele ponto. O mesmo em que Euclides da Cunha se
estabeleceu para escrever Os Sertões. “Mas a seca traz a possibilidade
da visão a partir de quem estava em Belo Monte e enxergava o acampamento
dos soldados. Isso é raro”, observa o poeta. 

Xique-xique As lembranças de quando teve de deixar Canudos Velha seguem
firmes na mente e no coração de Maria Antônia dos Santos, 73 anos. Vivia
feliz com os pais e irmãos quando souberam da construção do açude. A
água da barragem subiu da noite para o dia. Muitos tentaram resistir,
inclusive sua família. “Saímos com água no pescoço. Por um lado foi uma
tristeza deixar tudo para trás. Por outro, chegou água farta”, conta.
Ao retornar ao local, as ruínas ainda lhe emocionam. Afinal de contas,
foi naquela igreja pós-conselheirista, a terceira construída no lugar,
que se casou há mais de 60 anos. Dona Maria explica que as construções
em forma de arco são da entrada da igreja e do altar. “E ali a gente se
confessava com o padre”, indica.
Fato é que a seca cria um curioso turismo que só ocorre de tempos em
tempos. “É a chance de ver de perto o cenário da guerra. É história,
né?”, diz a estudante Janaína Coelho, 23 anos, que veio de Petrolina, em
Pernambuco. Mas, além desse turismo histórico, há o turismo afetivo.
“Inclusive filhos de Canudos que ganharam o mundo vêm de longe para
conhecer parte de suas origens”, diz o historiador Manoel Neto,
coordenador do Centro de Estudos Euclides da Cunha, na Universidade do
Estado da Bahia (Uneb).
Ainda que a seca continue, há pouco a se revelar da primeira e segunda
Canudos além do que já existe. Apenas as bases das duas igrejas
conselheiristas, feitas de pedra, ainda resistem abaixo do lodo do
açude. Dos casebres do arraial, não existe mais nada. Até porque as
construções eram de pau a pique.
Se voltar a chover e, como diz o povo canudense, o açude novamente
sangrar (transbordar), tudo vai desaparecer. Se bem que, essa cidade tem
como essência a resistência. Destruída pelo fogo da guerra, ressurgiu
para ser apagada pela água. Reapareceu pela terceira vez em outro local e
hoje segue viva. No presente e no passado. E a cada aparição das suas
ruínas, aqueles que têm o mínimo de imaginação, talvez consigam ouvir a
munição das espingardas bate-bucha zunindo nos ouvidos.
Barrocas: Como sempre as carreiras de Prado vem animando a nossa cidade
Banha feliz da vida por ter ganhado uma das
apostas
domingo, 5 de maio de 2013
Final do Curso de Arbitragem em capoeira em Araci
Ao meio dia deste Domingo, dia 05/05/2013, finalizou-se o curso de Arbitro de Capoeira que havia começado na sexta feira no Salão da Câmara de Vereadores de Araci. Os capoeirstas poderam receber sua primeira certificação das mãos do Mestre Antonio Afonso e do contra mestre Fofão. "Este momento único, esta grande oportunidade está servindo não só para conseguirmos conhecimento na capoeira como para agregar novos valores e maiores contatos com a capoeira nacional e baiana, disse Alisson Cleisson, Agente de Cultura.
O curso de Arbitro de Capoeira teve uma programação que
trousse em sua abertura o grupo cultural de Reis e Samba, Reisado Nossa
Senhora da Conceição, onde contagiados pelos folguedos a capoeia entrou
no samba de roda.
Em seguida o Dr. Ubirajá Mangabeira foi convidado pelo
coordenador, Sr, Luiz Santana, a compor a mesa para apresentar aos
presentes os demais convidados, como o senhor Dr. Nelsival Menezes, o
Mestre Antonio Afonso e o Contra Mestre Fofão, assim como ao passar as
fala ao Dr. Nelsival, o mesmo convidou a mesa o mestre Neião, a Senhora
Debora Mangabeira e o Sr, Luiz Santana que na oportunidade fez uma
homenagem a aluna "DANI" que faleceu há alguns anos atrás, ela irmã do
nosso amigo "CHEIRO", onde os mesmo sempre foram exemplo de dedicação a
capoeira, mesmo que eles detem de cuidados especiais pois Ela, tinha 22
anos e 1,24cm de altura e ele hoje 20 anos e 1,30 cm de altura.
Caboco Capiroba acende clima junino Saindo Mato no Rio Vermelho
O nome é do marcante personagem de João Ubaldo Ribeiro e é
utilizado como símbolo da identidade brasileira e da valorização da
cultura nacional.
Shows na Varanda do Sesi, Jequitibar
Café
Foto: DIV
Inspirado na tradição nordestina e do recôncavo
baiano, o grupo Caboco Capiroba antecipa o clima junino no Rio Vermelho
com o show Saindo do mato. Além do trabalho autoral, o repertório inclui
canções de Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Elomar, João do Vale e
João Bá. “Dentro do matulão“, estão ritmos como coco, baião e xote, que
prometem esquentar o Jequitibar Café (Varanda do Sesi), dias 8 e 15 de
maio, às 21h30. A entrada é R$ 15.
Formado em
2008, Caboco Capiroba prepara seu primeiro CD, Saindo do Mato,
totalmente autoral, que será lançado no segundo semestre. As canções,
compostas pelos primos Mario e João Espinheira, dialogam com a tradição
da música popular ao mesmo tempo que se diferenciam pela originalidade.
O
nome é do marcante personagem de João Ubaldo Ribeiro e é utilizado como
símbolo da identidade brasileira e da valorização da cultura nacional.
Supremo oficializa absolvição de 12 no processo do mensalão
O Supremo
Tribunal Federal (STF) confirmou nesta sexta-feira (3) a absolvição de
12 acusados durante o julgamento do processo do mensalão no segundo
semestre do ano passado.
No andamento do processo no site do Supremo, consta que, como
o Ministério Público não recorreu dentro do prazo, que terminou na
quinta (2), houve “trânsito em julgado” da ação para os 12. Isso quer
dizer que não cabem mais recursos do Ministério Público e todos estão
oficialmente absolvidos. A partir de agora, o processo terminou para
esses réus.
Na semana passada, o procurador-geral da República, Roberto
Gurgel, havia afirmado que, embora não concordasse com as absolvições,
não recorreria. Na interpretação dele, os embargos de declaração (tipo
de recurso que o MP poderia usar na atual etapa do processo) não
serviriam para modificar a decisão tomada pelo tribunal.
Com o trânsito em julgado, estão absolvidos os seguintes
réus:
- o ex-ministro dos Transportes Anderson Adauto;
- a ex-funcionária de Marcos Valério Geiza Dias;
- a ex-assessora parlamentar Anita Leocádia;
- o ex-assessor do PL Antônio Lamas;
- a ex-vice-presidente do Banco Rural Ayanna Tenório;
- o publicitário Duda Mendonça e a sócia dele, Zilmar
Fernandes;
- o ex-chefe de gabinete do Ministério dos Transportes José
Luiz Alves;
- o ex-ministro da Secretaria de Comunicação Luiz Gushiken;
- e os ex-deputados Paulo Rocha (PT-PA), Professor Luizinho
(PT-SP) e João Magno (PT-MG).
Além de o MP não ter recorrido das absolvições, nenhum dos 12
absolvidos questionou o acórdão, documento que resumiu as decisões
tomadas pelo STF.
Dentre os condenados, todos os 25 recorreram para pedir penas
menores, solicitar republicação do acórdão e a mudança de relator. Os
defensores de parte desses réus argumentam que, como Joaquim Barbosa
assumiu a presidência do Supremo Tribunal Federal (STF), deve deixar a
relatoria. O ministro Ricardo Lewandowski disse na noite desta quinta
que a decisão sobre uma eventual mudança de relator deverá ser tomada
pelo plenário.
Após 53 sessões em quatro meses e meio, o STF concluiu no dia
17 de dezembro de 2012 o julgamento do processo.
O tribunal concluiu que existiu um esquema de compra de votos
no Congresso durante os primeiros anos do governo do ex-presidente Luiz
Inácio Lula da Silva. Os ministros do STF viram desvio de dinheiro
público, de contratos da Câmara dos Deputados e do Banco do Brasil, para
abastecer o esquema criminoso.
Duda Mendonça
A confirmação das absolvições deve levar ao desbloqueio de
bens do publicitário Duda Mendonça e de Zilmar Fernandes.
Eles pediram em janeiro a liberação dos recursos, mas o
procurador-geral da República, Roberto Gurgel, pediu para que se
aguardasse o trânsito em julgado, e o Supremo concordou. A defesa deve
enviar agora um novo pedido de desbloqueio.
O sequestro dos bens de Duda e Zilmar foi decretado em 2006
pelo relator da ação penal, ministro Joaquim Barbosa. À época, o atual
presidente do STF atendeu a um pedido do Ministério Público Federal
(MPF), que queria assegurar o pagamento de uma suposta dívida de R$ 30
milhões em impostos. fonte Nação Juridica
Pé de Serra: Bobô vai à cidade para autorizar obras para o estádio Carneirão
A aguardada visita do Superintendente da Sudesb,
Raimundo Nonato Tavares da Silva, o Bobô, a Pé de Serra, aconteceu neste
sábado, dia 4.
O ex-jogador do Bahia chegou ao
município por volta das 12h30 para celebrar um convênio da Sudesb com a
Prefeitura Municipal de Pé de Será para a construção de vestuário,
arquibancada e iluminação do Estádio Carneirão.
O convênio com a Prefeitura de Pé de Serra foi
assinado na semana passada, na sede do órgão, em Salvador, pelo prefeito
Hildefonso Vitório (PT) e o dirigente da Sudesb.
Antes, o secretário de Administração do Município,
José Raimundo Cordeiro (Birineco), esteve na Sudesb com Bobô visando
acertar os últimos detalhes para a assinatura do convênio. Na
oportunidade, Birineco agendou com o dirigente do órgão a sua vinda a Pé
de Serra.
Na cidade
Na cidade, Bobô almoçou com o secretário de
Administração da Prefeitura, Birineco, e o Prefeito Hildefonso, e depois
visitou o povoado de Santo Agostinho para vistoriar uma quadra
poliesportiva. Por volta das 16h, ele participou da solenidade simbólica
para o anúncio das abras no município.
Em janeiro, durante uma solenidade esportiva no
Parque Pedra do Urubu, no município, o ex-craque havia dito ao público
pedeserrense que traria novas obras para o município, o que foi
confirmado agora com o anúncio de novos equipamentos e melhorias para o
estádio.
Programação esportiva
A mesma programação esportiva que estava prevista
com a vinda de Bobô na última quarta-feira, foi mantida para este
sábado, com a realização de um quadrangular de futebol, sob a
coordenação do Diretor de Esportes, Ubiratan.
O evento aconteceu no Estádio Municipal José
Carneiro de Oliveira (Carneirão), onde serão realizadas as obras do
convênio assinado entre o município e a Sudesb.
Targino Gondim celebrou o sertão em espetáculo musical no Teatro Castro Alves
O sertão invadiu a capital baiana na noite de
sexta-feira (3). E foi com casa cheia que Targino Gondim comandou o
espetáculo 'Sertão da Gente', que abriu a segunda edição do projeto
Celebração das Culturas dos Sertões, no Teatro Castro Alves.
O espetáculo musical teve um repertório voltado
para as manifestações que acontecem na região do semi-árido e homenageou
dois veteranos: Bule-Bule e Dominguinhos.
"Foi emocionante porque além de fazer um espetáculo em uma casa
como o TCA, também estava junto dos amigos, tocando as coisas que eu
gosto de tocar e contando histórias do meu povo, o povo sertanejo",
disse Targino ao iBahia sobre a emoção de apresentar um projeto como
este.Ao lado da sua banda e do Quinteto Sanfônico do São Francisco,
Targino recebeu convidados especiais e emocionou a plateia em cerca de
duas horas de apresentação. Para abrir a noite, o grupo Samba de Véio do
Rodeadouro esquentou o palco.
Depois foi a vez de Zezinho Aboiador se apresentar e
anunciar o anfitrião da festa. Nilton Freitas, João Omar, Xangai e Elba
Ramalho completaram as participações especiais da noite. Sob direção
artística de Fernando Marinho, um dos destaques do show foi o cenário.
De bandeirolas estampadas em preto e branco a lua cheia, de casamento da
roça a uma moça na janela, de bolinhas a bandeirolas coloridas, tudo em
perfeita harmonia com a iluminação e a direção musical, assinada pelo
próprio Targino Gondim.
No repertório, um dos pontos altos da noite foram as canções
'Juazeiro', 'Esperando na Janela' e 'Eu Só Quero um Xodó'. "Uma vez
Dominguinhos me disse: O (Gilberto) Gil fez com você - sobre 'Esperando
na Janela' - o mesmo que fez comigo - por 'Eu Só Quero um Xodó' - na
década de 70. O Brasil inteiro passou a conhecer a nossa música",
relembrou Targino.
Um dos momentos mais esperados da noite foi a participação de
Elba Ramalho que entrou com a música 'De Volta Para o Meu Aconchego', e
seguiu com 'Carcará' e 'Lendas de São João'."Foi linda a festa e eu
adoro Targino. Quando a gente divide palco com um artista que a gente
tem afinidade, amizade e admiração tudo funciona bacana. E outro adendo
positivo, que aqui é imbatível, é o fato de cantar no Teatro Castro
Alves que eu amo de paixão. Foi tudo maravilhoso, fiquei muito feliz",
contou Elba Ramalho.
Para fechar a festa, Targino apresentou a banda em 'Asa Branca',
com solos dos sanfoneiros Flavio Baião, Vanderlei do Nordeste, Rennan
Mendes, Cicinho de Assis e Gel Barbosa. Depois, reuniu todos os
convidados e liberou o forró para a plateia, que se animou pertinho do
palco.A plateia emocionada, vibrou, aplaudiu e se sacudiu na cadeira do
teatro. "Como sou do interior, e a minha cidade também sofreu com essa
seca, achei o show emocionante. Quando ele falou que basta chover um
pouco para tudo ficar verde, isso realmente acontece, é bem real. E
também sou louca por forró, lembrei de casa e fiquei com saudade do São
João", comentou a estudante de comunicação, Suzana Rebouças, que nasceu
na cidade de Marcionílio Souza.
"É um sentimento renovado tratar
desse assunto: do sertão. É uma coisa que muito me alegra e me atrai.
Eu sou um rapaz do sertão, sou sertanejo, sou vaqueiro, sou cantador e
junto com esses músicos maravilhosos, esses poetas, eu me sinto mais
feliz ainda", comentou Xangai. "O show mostrou o que a gente tem de mais
forte: a nossa cultura, história, nosso povo e nossos artistas. Foi um
espetáculo", encerrou Targino.
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