O artista
plástico jacuipense Edson Duarte Marques da Silva teve seu trabalho
apresentado em Exposições Temporárias Dival Pitombo, na Casa do Sertão,
na Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), no período de 15 de
outubro a 19 de novembro.
A obra foi trabalhada pelo artista com
muito carinho, que o credenciou a retornar em outro evento no mês de
outubro do próximo ano. “Me ligaram diversas vezes para agendar outra
participação, como é uma coisa prazerosa, não medir esforços e logo
confirmei minha presença”, contou Edson Duarte à reportagem do Interior
da Bahia. Edson revelou ainda que o seu trabalho de
pintura é insiparado nas belezas naturais, em um habitat simples e
saudável, que propicia muita satisfação, principalmente em estar sempre
em contato com as coisas do campo. “Eu me encanto quando chego em determinadas
localidades e encontro aquelas casas abandonadas com rebocos
comprometidos e quase sem pintura nenhuma. Alí fica mais do que
comprovado que teve uma história de vida, talvez muito sofrida, no
entanto com hálito puro e que nos dá disposição para enfrentar a labuta
do dia-dia”, destacou o artista. A arte de Edson Duarte pode ser encontrada
também através da música, com repertório preocupado muito mais pela
qualidade da letra do que pelo tipo de som. “Logo quando sair meu
trabalho musical, estarei procurando vocês para entregar alguns CDs”,
promete. Edson é filho de Maria Edna São Paulo Silva
e Arnaldo Marques da Silva, já falecidos. Ele tem seis irmãs e mora na
Avenida Conselheiro Eliel Martins, em Riachão do Jacuípe. Os seus primeiros trabalhos foram exibidos
durante as semanas culturais da cidade, organizadas pelo Projeto
Cultural Riachão.








- Quero registrar a minha satisfação, o
meu orgulho de participar de um evento em que o Senado fala em nome do
Brasil. É uma homenagem do povo brasileiro a uma figura que, sem dúvida
nenhuma, tem um espaço forte na formação da musicalidade do país –
destacou Jucá. A genialidade do criador do clássico, Asa Branca também foi exaltada
pelo senador Valdir Raupp (PMDB-RO), que creditou a Gonzagão o feito de
tirar o Nordeste da sombra e lançá-lo na mídia. - Envolvidos em sentimento de muito orgulho, brasileiros de todos os
cantos agradecem o privilégio de ter abrigado um dos maiores talentos
musicais, que trouxe uma incomensurável contribuição para a cultura
brasileira – declarou Raupp. Após apontar o filme Gonzaga, de pai para filho como um dos mais
tocantes a que já assistiu, o senador pernambucano Cristovam Buarque
(PDT-DF) afirmou que enquanto Luiz Gonzaga não fez seus poemas e
músicas, o Nordeste não existia para o resto do país. Cristovam também
destacou trechos de músicas do Rei do Baião, como A Morte do Vaqueiro e
Xote Ecológico, para realçar o viés filosófico e a preocupação com o
meio ambiente presente em suas composições. - O mais marcante em sua obra é sua força social – emendou o senador
Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), para quem Luiz Gonzaga era “a bandeira do
sertão nordestino em que tremula o Brasil inteiro”.